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Armadilha Poética apresenta!
Olá!
A Esquina Literária foi uma comunidade criada
no orkut por dois escritores insatisfeitos por não poderem
divulgar seus poemas e contos livremente. Ainda há moderadores
e donos de comunidades amarrados às idéias hierárquicas
de poder.
O processo de criação de comunidades
orkutianas resume-se em tópicos interativos de criação
de poemas, o que é bastante interessante, mas muitos gerenciadores
vêem como um atrevimento a publicação de novos
autores, excluindo seus tópicos deliberadamente.
E foi assim que percebemos a necessidade de um espaço
em que os autores pudessem passear livremente e/ou parar em qualquer
lugar, cada um postando o que mais lhe conviesse, igualmente respeitando
os espaços dos outros membros, como tem acontecido.
Mas, como nossas aspirações ultrapassam
os limites orkutianos, o Armadilha Poética apostou na idéia
de integrar a Esquina a este fórum-site, a fim de que o bate-papo
fosse acalorado pelos talentos relevados e conhecidos através
desse vértice literário que acolhe o que der na telha
de qualquer artista em busca de aperfeiçoar seu trabalho e
disposto a receber comentários.
Na tentativa de que a literatura contemporânea
possa ser discutida e excitada através de novos escritores,
cruzamo-nos entre tramas e outros tropeços poéticos
e prosaicos, quiçá fraternos!!
Amplexos!
Conheça nossa esquina
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Enviado
por Vlademir Lazo Corrêa
em 16/04/2010
Discografia comentada do Pink Floyd, começando com THE PIPER AT THE GATES OF DAWN um disco precioso e obrigatório por ser o único álbum a contar com a mente ainda relativamente lúcida e altamente criativa de Syd Barrett, que compôs quase todas as canções. Um psicodelismo e uma sonoridade das mais excêntricas que não se encontrariam nos discos seguintes da banda. Pode ser difícil gostar do álbum nas primeiras audições, mas esse é um disco que vale a pena insistir ouvir até gostar (a recompensa é das maiores). Se tivesse que citar só três faixas-destaques, escolheria “Lúcifer Sam”, “Pow R Toc H” e a épica “Interstellar Overdrive” (que nos shows na época costumava ser tocada durante quarenta minutos!). Não sem razão é considerado por muitos o melhor disco da banda.
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Enviado
por André de Assis
em 21/12/2009
Conhecida pelos shows hipnóticos e pelas performances da vocalista Laya Lopes, O Jardim das Horas estreia finalmente em CD com o tão aguardado O Quarto das Cinzas (Curve Music, 2009). O título é uma referência ao antigo nome da banda que nasceu em Fortaleza e existe desde 2003.
Tanto tempo de espera valeu a pena. Cada detalhe do álbum foi minuciosamente trabalhado, desde a concepção dos arranjos ao belo projeto gráfico.
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Enviado
por Samantha Abreu
em 03/03/2010
 Tim Burton
já se consolidou como um dos mais geniais diretores da história
do cinema. E não por ser melhor do que os outros, mas por fazer
o que ninguém mais faz, da forma menos óbvia possível.
É claro que seu currículo o precede, mas, ainda assim,
ele consegue surpreender com alguma esquisitice cativante, uma montagem
totalmente não convencional e usando temas que vão desde
a sensibilidade social de Edward, a melancolia nostálgica
de Big Fish, até a crueldade disfarçada de
A fantástica fábrica de Chocolates.
Agora, Tim Burton parece ter encontrado outra obra perfeita para
seu modus operandis: o conto de Lewis Carroll, Alice in Wonderland,
que, além de ser a obra mais conhecida de Carroll, é
considerada um clássico da literatura inglesa.
O texto, para os poucos que não conhecem, conta a história
de uma menina chamada Alice, que cai em uma toca de coelho e vai parar
em um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas.
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Enviado
por Roberto Souza
em 15/04/2008
 Muitas vezes os cinéfilos lamentam não contar mais com os grandes diretores do passado. Mais de uma geração de mestres passou, parecendo não haver seguidores à altura de suas lições e segredos. Há quem chame isso de saudosismo. Outros apenas encaram como uma constatação óbvia e inevitável que o cinema atual parece ter se desvirtuado, saído dos trilhos ao desprezar às experiências anteriores em favor de efeitos e artificialismos. Mas nem tudo está perdido, pois a capacidade de renovação felizmente continua no cerne de qualquer manifestação artística. É o caso do chinês Wong Kar Wai, cuja filmografia vem se constituindo num dos alicerces do cinema moderno, com uma sólida carreira que já acumula quinze filmes.
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Enviado
por Rodrigo Novaes de Almeida
em 16/04/2010
O atentado de 11 de setembro de 2001, que atingiu os Estados Unidos, perpetrado por fundamentalistas islâmicos, foi o ponto culminante de uma série de atos terroristas que, conforme o escritor e poeta tunisiense, professor de literatura comparada na Universidade de Paris X – Nanterre, Abdelwahab Meddeb, teria começado em 1979, ano em que Khomeini triunfa no Irã e o Afeganistão é invadido pela antiga URSS.
Uma análise sígnica das imagens dos aviões colidindo com os dois arranha-céus em Nova Iorque nos revela as intrincadas superposições representativas que, como camadas de uma cebola, formam a realidade. As imagens são ‘espetáculo’ num mundo que se apresenta como espetáculo através de ‘extensões’ e ‘amplificadores sensíveis’ tecnológicos, resultantes do processo científico de acumulação (de saber) do que chamamos Ocidente.
O que as imagens revelam além dessa superfície, dessa camada visual e primária do ‘espetáculo’, é a ‘re-ação’ de um outro (o Outro) mundo, um mundo que se tornou ‘re-ativo’ e que existe ‘significativa-mente’ na realidade (nada menos que ‘presença’).
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Enviado
por Bárbara Lia
em 16/04/2010
 Bernardo Brayner é escritor e publicitário. Vive em Recife.
Publicou Exercícios de Morrer, em 2005, e atualmente escreve
em sua imperdível página Livros
que você precisa ler.
AP: O que te move quando preenche a folha em branco com belos contos?
Bernardo Brayner: O que me move é a vontade intensa de criar
algo, de revisitar coisas, sentimentos, sensações. Eu
trabalho sempre com a mistura entre memória e imaginação.
Acho que essa é a minha matéria-prima.
AP: Ficção ou realidade o que li na orelha
do teu livro Exercícios de Morrer: "Bernardo Brayner nasceu
no Recife em 1975. Foi neste ano que seus pais perceberam que ele
não gostava de sair em retratos"? Teus pais perceberam
que você não gostava de sair em retratos. Quem percebeu
que o menino era escritor? Ou foi uma descoberta pessoal? O que faz
de ti este grande leitor?
Bernardo Brayner: Ficção e realidade. Na verdade, eu
não sei se me descobri escritor até hoje. Não
me considero como tal. Apenas interessado no assunto. Sem falsa modéstia.
Agora, leitor sim. É uma das coisas que mais gosto de fazer
na vida. É a grande descoberta. Tornei-me leitor lendo gibis.
Dali, passei para os livros e não parei nunca. Leito tudo.
Admiro principalmente: Borges, Guimarães, Machado, Poe, Vila-Matas,
Javier Marías, Osman Lins, Perec, Cortázar, Conrad,
Herberto Helder. Vamos ficar por aqui.
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Enviado
por Flá Perez
em 01/03/2010
Nesta semana temos o prazer de publicar o poema Especiaria, de Flá Perez. Este poema foi premiado com o primeiro lugar no XII Prêmio Cidadão Poesia - Categoria Livre, realizado pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Limeira – Sinecol (Limeira/SP)
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