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Armadilha Poética apresenta!
É com enorme prazer que revelamos os vencedores do I Concurso de Poesia
Esquina no AP. A Comissão Julgadora foi composta pelos poetas, escritores
e participantes da equipe literária do site Beatriz Bajo (presidente
do júri), Alexandre Landim, Aline Aimée, Anderson Fonseca, Bruno
Scuissiatto e Rodrigo Novaes de Almeida. A organização ficou
a cargo de Marcel Alan e Beatriz Bajo e os melhores poemas, segundo critérios
que iam de qualidade literária, originalidade, capacidade criativa
até riqueza da linguagem, receberam títulos de finalistas e
abrilhantarão a esquina mais lírica da virtualidade aqui na
nossa emboscada poética.
Foram cinco poemas, que terão seu espaço para apreciação
aqui no Armadilha Poética. Portanto, fiquemos com o 1º lugar.
O poema vencedor é de Renan Alves Melo (pseudônimo MAR), intitulado
Holocausto.
Renan
Alves Melo é um jovem de 19 anos que nasceu na cidade de Inhumas, Goiás.
É acadêmico do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade
Católica de Goiás e estagiário da Empírica Comunicação,
onde desempenha a função de redator. Apesar da pouca idade, já
possui 70 prêmios artísticos e literários em concursos municipais,
estaduais, nacionais e internacionais. Possui três obras literárias
concluídas: “Noctâmbulos” (poesia), “Caminhárias
– da névoa ao sangue” (poesia) e “Mar escrito”
(contos), que foi um dos livros finalistas do prêmio Sesc de Literatura
de 2005, em que nomes como Luiz Antonio Assis Brasil, Moacyr Scliar, Marco Polo
Guimarães Martins e Marcus Moraes Accioly formaram a banca julgadora.
Está escrevendo seu primeiro romance “Lago Turvo das Almas”
e seu segundo livro de contos “Frente ao mar”. Também mantém
a coluna “cultura” no site www.tudoin.com.br e a “Comunique”,
em que escreve mensalmente sobre comunicação no Jornal impresso
“O mercadão”, de sua cidade.
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Enviado
por Fernando Ramires
em 31/03/2008
 Um ruído se estende por 12 faixas, porém, nenhuma delas alcança mais de 11 segundos, são como um prelúdio de ode a lua que virá a seguir. Então, na 13ª canção, você descobre que 1,000,000 de pessoas morreriam para fazer esse som, mas apenas a banda A Silver Mt. Zion consegue manter-se viva ao anoitecer de 13 Blues of Thirteen Moons.
É o monologo de violoncelo, conversas de violinos, a voz rouca do baixo, a bateria marcial e a tensa discussão de guitarras que fazem com que Efrim Menuck, passionalmente, cuspa, em poesia e prosa, sua nada doce voz, mesmo que por vezes suave.
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Enviado
por Luiz Freitas
em 28/01/2008
Se o Ludovic não é a mais famosa das bandas independentes brasileiras, é com certeza uma das que mais chama a atenção. Com uma presença de palco vívida, letras com forte conteúdo e um som característico, sofrem um culto à personalidade digno de bandas do mainstream.
Formada em 2000, essa banda paulistana tem se consolidado com uma das principais da cena alternativa nacional, participando dos principais festivais pelo país e “freqüentando” programas de televisão como o Banda Antes MTV e o conceituado Alto-Falante da TV Cultura. Confira o que Jair, o líder da banda, nos revela nessa entrevista.
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Enviado
por Júlio B.
em 15/04/2008
 Quantos atores deve um filmmaker escalar para interpretar Bob Dylan antes que ele possa dizer que mostrou Bob Dylan no cinema?
Todd Haynes se aventurou com 06. Sim, 06 atores entrelaçados livremente num roteiro fragmentado, não-linear, por vezes biográfico, por vezes fictício, mas sempre sobre nuanças da vida e obra de Bob Dylan.
No entanto, o verdadeiro Bob Dylan não está lá.O que I'm Not There (2008) mostra são flocos de neve de aspectos de um artista que renega todos os epítetos que insistem em lhe dar. Então, nem adianta vir com essa de cantor que deu voz a uma geração, porque o próprio cantor diz não saber o que isso quer dizer.
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Enviado
por Roberto Souza
em 15/04/2008
 Muitas vezes os cinéfilos lamentam não contar mais com os grandes diretores do passado. Mais de uma geração de mestres passou, parecendo não haver seguidores à altura de suas lições e segredos. Há quem chame isso de saudosismo. Outros apenas encaram como uma constatação óbvia e inevitável que o cinema atual parece ter se desvirtuado, saído dos trilhos ao desprezar às experiências anteriores em favor de efeitos e artificialismos. Mas nem tudo está perdido, pois a capacidade de renovação felizmente continua no cerne de qualquer manifestação artística. É o caso do chinês Wong Kar Wai, cuja filmografia vem se constituindo num dos alicerces do cinema moderno, com uma sólida carreira que já acumula quinze filmes.
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Enviado
por Aline Aimée
em 25/04/2008
 A literatura moderna, desde o seu surgimento no início do século XIX, passa a revelar maior ligação com o espaço urbano. Na segunda metade desse século, a industrialização cobrava dos indivíduos um ritmo mais cronometrado de modo a atender às exigências mercadológicas e capitalistas, tornando freqüente a sensação de desacerto no íntimo humano. É que o ritmo acelerado da rua e da rotina passava a atuar como agente de violência da percepção, e se estenderia numa evolução gradual até a contemporaneidade. Diz-se que Flaubert, ao viajar de trem pela primeira vez, teria vivenciado enorme desespero diante de um borrão incessante de imagens absurdas. E escritores como Charles Baudelaire e Edgar Alan Poe tematizariam esse desencontro do homem com a cena urbana, recorrendo à experimentação da rua, sem objetivo pragmático: era o nascimento do flâneur.
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Enviado
por Pam Obarcam
em 25/08/2008
 Em 2008, a revista A Cigarra comemora 25 anos de intensa pulverização poética independente, aromatizada por diversas linguagens artísticas. A revista foi concebida em maio de 1982, na cidade de Santo André, mais precisamente no prédio da FAFIL (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras) do Centro Universitário Fundação Santo André, fruto do amor pela palavra escrita na época das alunas do Curso de Pedagogia Jurema Barreto de Souza e Terezinha Sávio.
Nasceu, então, na ocasião, o Jornal Literário A Cigarra, produzido artesanalmente e impresso no mimeógrafo em duas folhas de papel sulfite A4. Circulava pela rede alternativa de poesia, a chamada poesia marginal. Posteriormente, em 1994, houve a parceria com o poeta e artista gráfico Zhô Bertholini. A revista, então, ganhou requintes e passou a ser impressa em papel off-set e a ter diagramação digital.
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Enviado
por
em 31/03/2008
É com enorme prazer que revelamos os vencedores do I Concurso de Poesia Esquina no AP. A Comissão Julgadora foi composta pelos poetas, escritores e participantes da equipe literária do site Beatriz Bajo (presidente do júri), Alexandre Landim, Aline Aimée, Anderson Fonseca, Bruno Scuissiatto e Rodrigo Novaes de Almeida. A organização ficou a cargo de Marcel Alan e Beatriz Bajo e os melhores poemas, segundo critérios que iam de qualidade literária, originalidade, capacidade criativa até riqueza da linguagem, receberam títulos de finalistas e abrilhantarão a esquina mais lírica da virtualidade aqui na nossa emboscada poética.
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